1) O que a vítima de assédio moral deve fazer ?
Resistir. Anotar com detalhes toda as humilhações sofrida
(dia, mês, ano, hora, local ou setor, nome do agressor, colegas
que testemunharam, conteúdo da conversa e o que mais você
achar necessário).
Dar visibilidade, procurando a ajuda dos colegas,
principalmente daqueles que testemunharam o fato ou que já
sofreram humilhações do agressor.
Organizar. O apoio é fundamental dentro e fora da empresa.
Evitar conversar com o agressor, sem testemunhas. Ir
sempre com colega de trabalho ou representante sindical.
Exigir por escrito, explicações do ato agressor e
permanecer com cópia da carta enviada ao D.P. ou R.H e da
eventual resposta do agressor. Se possível mandar sua carta
registrada, por correio, guardando o recibo.
>2) O que a vítima
deve fazer?
Procurar seu sindicato e relatar o
acontecido para diretores e outras
instancias como: médicos ou advogados do
sindicato assim como: Ministério Público,
Justiça do Trabalho, Comissão de Direitos
Humanos e Conselho Regional de Medicina
(ver Resolução do Conselho Federal de
Medicina n.1488/98 sobre saúde do
trabalhador).
Recorrer ao Centro de Referencia em
Saúde dos Trabalhadores e contar a
humilhação sofrida ao médico, assistente
social ou psicólogo.
Buscar apoio junto a familiares, amigos e
colegas, pois o afeto e a solidariedade são
fundamentais para recuperação da autoestima,
dignidade, identidade e cidadania.
>3)O que a vítima
deve fazer?
Importante:
Se você é testemunha de cena(s) de humilhação no
trabalho supere seu medo, seja solidário com seu colega.
Você poderá ser "a próxima vítima" e nesta hora o apoio dos
seus colegas também será precioso. Não esqueça que o
medo reforça o poder do agressor!
Lembre-se:
O assédio moral no trabalho não é um fato isolado, como
vimos ele se baseia na repetição ao longo do tempo de
práticas vexatórias e constrangedoras, explicitando a
degradação deliberada das condições de trabalho num
contexto de desemprego, dessindicalização e aumento da
pobreza urbana. A batalha para recuperar a dignidade, a
identidade, o respeito no trabalho e a auto-estima, deve
passar pela organização de forma coletiva através dos
representantes dos trabalhadores do seu sindicato, das
CIPAS, das organizações por local de trabalho (OLP),
Comissões de Saúde e procura dos Centros de Referencia
em Saúde dos Trabalhadores (CRST e CEREST),
Comissão de Direitos Humanos e dos Núcleos de
Promoção de Igualdade e Oportunidades e de Combate a
Discriminação em matéria de Emprego e Profissão que
existem nas Delegacias Regionais do Trabalho.
O basta à humilhação depende também da informação,
organização e mobilização dos trabalhadores. Um
ambiente de trabalho saudável é uma conquista diária
possível na medida em que haja "vigilância constante"
objetivando condições de trabalho dignas, baseadas no
respeito 'ao outro como legítimo outro', no incentivo a
criatividade, na cooperação.
O combate de forma eficaz ao assédio moral no trabalho
exige a formação de um coletivo multidisciplinar,
envolvendo diferentes atores sociais: sindicatos,
advogados, médicos do trabalho e outros profissionais de
saúde, sociólogos, antropólogos e grupos de reflexão sobre
o assédio moral. Estes são passos iniciais para
conquistarmos um ambiente de trabalho saneado de riscos
e violências e que seja sinônimo de cidadania.
Reproduzido do site www.assediomoral.org
Anote e mail,sites e blogs que pode ser feita "denuncias":
1= ouvidoria@trt7.jus.br
2= sosdireitoshumanos@ig.com.br
3= redesindical@os.org.br
4= cerest@cerest.ce.gov.br
5= http://assediomoralcrimehediondo.blogspot.com/2010_05_01_archive.html
6= http://www.eliezergomes.com/
7= http://www.sosdireitoshumanos.org.br/
8= http://www.pgt.mpt.gov.br/component/option,com_denuncia/Itemid,73/
9= http://www.observatoriosocial.org.br/conex2/
10= http://www.prt7.mpt.gov.br/
"LEMBRANDO MAIS UMA VEZ ASSÉDIO MORAL É CRIME DENUNCIE NÃO FIQUE CALADO JAMAIS"!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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